6.8.10
14.3.10
Provas - Vestígios na fachada do prédio
Ao periciar o apartamento onde ocorreu a tragédia, a perícia encontrou uma gota de sangue no
parapeito da janela que estava com a tela de proteção cortada. Vejam:
Além disto, foi identificado pelos peritos do Instituto de Criminalística de São Paulo um rastro na parede logo abaixo do parapeito que, ao que tudo indica, teria sido deixado pelo movimento de deslizamento da maozinha dela pela parede, enquanto caía. Observem:

Estas provas também nos levam a concluir que Isabella estava inconsciente quando de sua queda, o que explicaria a ausência de gritos ou reações por parte dela.
Provas - Depoimentos
Paulo César Colombo.
13.3.10
Provas - Depoimentos
Benícia Maria Fernandes.
Vizinha da família
Conforme relatou a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça (TJ), que acompanhou a audiência, a testemunha, falou que a mãe de Alexandre Nardoni, demonstrava preocupação em relação ao fato de deixar a neta Isabella só com a nora. Benícia Fernandes informou ter se expressado à mãe de Alexandre sobre Anna Jatobá dizendo: -"é maluca, qualquer dia joga a menina lá de cima
12.3.10
Provas - GPS e Ligações Telefônicas (continuação)
Vista do edificio London do alto:

Provas - GPS e Ligações Telefônicas

O tempo para fazer os dois telefonemas é de 56 segundos. Mais 13 segundos entre as discagens.
11.3.10
Provas - As pegadas de Alexandre
Foi necessário examinar cerca de 30 pares de sapatos do casal até identificar o chinelo que Alexandre usava naquela noite.Só depois disso é que ele admitiu que havia pisado na cama.
Numa primeira tentativa de se justificar ele disse que havia andado pela cama para fechar a janela, quando deixou Isabella dormindo no outro quarto. Versão que fez a delegada perguntar se ele tinha o hábito de pisar na cama dos filhos pequenos usando calçados usados na rua.
Em outro depoimento ele resolveu mudar a história, disse que havia andado pela cama quando voltou ao apartamento, teria subido para olhar pela janela.
A verdade é uma só, havia um rastro de sangue e pegadas, sangue de Isabella e marca dos sapatos de Alexandre, nenhuma marca de sapato de uma terceira pessoa. Para examinar o lençol, os peritos usaram também o crimescope, aparelho importado que revela vestígios invisíveis a olho nu. Não havia vestígios de nenhum adulto estranho.

Analisando as pegadas os peritos chegaram a conclusão que Alexandre subiu na cama carregando Isabella e caminhou com dificuldade. Escorregou causando um esfregaço (marca do chinelo escorregando entre as duas camas). Em seguida apoiou o joelho e levantou novamente para chegar até a janela. Veja abaixo, a sequencia exata da sequencia de sangue, junto as pegadas de Alexandre.

A- Sangue
B e C- marcas de calçado
D- uma mancha de sangue semelhante a uma mão pequena.
Somente as pegadas de Alexandre estavam no lençol. As pegadas que levaram Isabella para a morte:
Chinelo de Alexandre apreendido pela perícia:
10.3.10
Provas - Aspectos Psicológicos da Vida do Casal
Conforme podemos ver nas análises de profissionais da área que transcrevemos aqui e até se formos nos basear nas nossas experiências de vida iremos concluir que não são apenas aquelas pessoas classificadas como psicopatas que podem cometer crimes.
Muitas vezes, pessoas com histórico de violência, agressividade, imaturidade e descontrole, quando não tratadas, chegam ao extremo de provocar uma tragédia.
Neste caso, basta a análise dos depoimentos de ambos para verificarmos que as coisas não iam nada bem.

Nas palavras de uma especialista
“Pode até ser que um membro da dupla esteja mais estruturado, mais saudável, mas com o tempo costuma ocorrer uma DEGENERAÇÃO paulatina, existindo o risco de contágio neurótico.
Nesse ponto dilemático, o perigo ronda o casal e está configurado o “veneno”, a "força agressiva" que pode ser desferida, também, contra uma terceira pessoa…”
Vejamos trechos dos depoimentos onde tal força agressiva fica ameaçadoramente clara:
Anna Jatobá era uma pessoa dependente, carente, mimada. Veio de uma relação conturbada com seus pais e passou a uma relação turbulenta com o marido. Abaixo trazemos trechos do depoimento dela quando ela conta de uma briga que teve com o pai e admite ter feito um Boletim de Ocorrência contra ele por agressão, mesmo sabendo que tal fato não existiu.
Controladora, revoltava-se com os relatos das ex-colegas de faculdades sobre supostas traições do marido. Sentia-se insegura e via na mãe de Isabella uma ameaça ao seu relacionamento. Talvez se sentisse inferiorizada por ter abandonado a faculdade e estar aos 24 anos presa em casa com duas crianças sob sua responsabilidade.

Vejam como Alexandre se refere à esposa durante o depoimento. Especialistas consideram que este fato inconsciente demonstra que para ele Anna Jatobá estava em um patamar inferior. Ana Carolina foi a namorada, mãe de Isabella. A esposa era a Jatobá;
Alexandre, por sua vez, também era uma pessoa imatura e dependente do pai. Aos 30 anos não conseguia sustentar a própria família. Vivia de mesada. Trabalhava alguns dias na semana. Teve uma loja que faliu. Tem histórico de ter emitido 75 cheques sem fundo. Mas nada disto nos levaria a crer na sua culpa.
Talvez o primeiro grande indício que tenha feito todos nós pararmos pra concluir que foram eles tenha sido a ausência de telefonema para o resgate logo após a queda de Isabella.
Com o sigilo telefônico do apartamento do casal quebrado, descobriu-se que primeiro ligaram para os pais de Jatobá e depois para os pais de Alexandre. Nada mais.
Esta foto estampou jornais do país inteiro. Incrédulos, não acreditávamos na frieza do pai ao conversar com um policial logo após ter tido no hospital a notícia da morte de sua filha de 5 anos. Filha que ele dizia amar.
As reações dele logo causaram desconfiança estre os policiais envolvidos nas investigações. Dra Renata Pontes, encarregada do inquérito contou, surpresa, que ao chegar na delegacia na madrugada do crime para prestar depoimento Alexandre comentou "Olha, eu vou sair na Globo"
Mais infeliz que esta frase somente a outra, dita por ele ao advogado na quarta-feira após o crime. Segundo um especialista em leitura labial da Rede Record ele teria dito "Acho que dá pra sair dessa sim. Acho que dá. Por que não?”.
A resposta à pergunta de Alexandre Nardoni deixamos pra vocês...
8.3.10
Detalhes do laudo necroscópico, ferimentos, fraturas e esganadura sofridas por Isabella.
1-Houve morte?
Sim, violenta.
2-Qual a causa?
Asfixia mecânica e politraumatismo.
3-Qual a natureza do agente, instrumento ou meio que a produziu?
Agentes fisico-mecânico e contundente.
4-Foi produzida por meio de veneno, fogo, explosivo, asfixia ou tortura, ou por outro meio insidioso ou cruel? (resposta especificada)
Sim, quanto à asfixia mecânica.
Na sequencia, as páginas do exame necroscópico, lembrando que existem laudos complementares.



5.3.10
PROVAS - Da esganadura e sufocação
Isabella foi sufocada e esganada
Isabella foi agredida e esganada, num episódio de impulsos violentos sem premeditação, um típico caso de violência doméstica intempestiva.
Devido a asfixia provocada pela esganadura Isabella ficou desacordada, num profundo estado de letargia, para um leigo ela poderia parecer morta.Foi então que tomaram a decisão de jogá-la da janela, para ocultar as agressões anteriores e maquiar a cena do homícidio.
Os acusados criaram uma versão inverossímel, forjaram a cena do crime, para tentar desacreditar as agressões e a esganadura que Isabella foi vítima antes de ser jogada do sexto andar.
O corpo de Isabella teve o impacto amortecido por uma pequena palmeira , caiu sobre gramado ainda úmido e com terra não compactada (macia) devido a chuva em dias anteriores.
Antes de cair Isabella foi agredida, sufocada e esganada, foram encontradas evidências de forte valor probante e que geraram estas conclusões.
Houve tanto a sufocação como a esganadura.
Existem vestígios característicos, internos e externos de ambas as ações, que foram praticamente concomitantes, considerando-se a dinâmica do evento.
O impacto da queda causou sérias lesões internas nos orgãos de Isabella e politraumatismo, finalmente a parada cardio respiratória.
Médicos e Peritos que examinaram pessoalmente o corpo de Isabella puderam
identificar que tipos de lesões ela sofreu antes de ser jogada, os ferimentos causados pela queda e como ocorreu sua morte. Foram estes profissionais que examinaram, dissecaram e analisaram o corpo de Isabella, seus laudos são baseados na realidade e não no "achismo televisivo ou fotográfico".
Isabella foi ESGANADA e não estrangulada.
Seu corpo tem marcas visíveis na parte externa do pescoço e possui lesões internas no pescoço, fruto da força e ação mecânica empregada com a mão, além de sinais de sufocação, sinais internos em seu sistema cardio respiratório, característicos da esganadura e da asfixia resultante.
Na interpretação da equipe do IML, esses ferimentos são compatíveis com alguém sem muita força, que teria esganado Isabella durante um período próximo a 3 minutos. Isabella não foi esganada até a morte, fato que poderia ocorrer num período em torno de 7 minutos.
Colocaremos aqui aqui uma imagem ilustrando aproximadamente as ações sofridas por Isabella, onde a mão adulta tem as pontas dos dedos com pigmentos para mostrar em que lugar do pescoço ficariam as marcas puntiformes, no movimento de esganadura similar ao que ocorreu em Isabella.
Esta imagem abaixo contém as duas ações sofridas por Isabella, porém NÃO simultaneamente. As imagens são apenas ilustrações simuladas.

Observem as marcas deixadas no pescoço, os pigmentos artificiais mostram onde ficariam as marcas puntiformes numa ação real: na nuca abaixo da implantação dos cabelos.
Agora comparem com as marcas puntiformes encontradas na região cervical de Isabella.
Alguns dos sinais externos encontrados no corpo de Isabella, comprovando que foi asfixiada através da esganadura e sufocação.
-Equimoses/Marcas puntiformes na região cervical (região da nuca abaixo da implantação dos cabelos)
.-Cianose (cor azul) na face, na língua, nas mucosas da boca, pavilhão auditivo (orelha), leito ungueal (ponta dos dedos).
-Procidência da língua (língua projetada para fora da boca).
-Ferimentos/lesões na parte interna da região da boca e próximo a narina, indicando que Isabella sofreu compressão externa da boca.
-Congestão da conjuntiva do olho direito.
-Presença de secreção de aspecto mucoso de cor amarelada nas narinas.
-Equimoses e edema traumático da mucosa labial superior e inferior, ferida contusa superficial, de cerca de 3 mm, na face interna do lábio superior a esquerda.
Alguns dos sinais internos encontrados no corpo de Isabella, presentes nos laudos oficiais (lembrando que existem laudos complementares não divulgados na mídia e que não serão comentados aqui).
- Extenso infiltrado hemorrágico e hematoma nos músculos laterais e profundos do pescoço a esquerda e ao longo da artéria carótida comum a esquerda (estas são lesões na parte interna dos tecidos do pescoço verificadas na dissecação).
Detalhando: Hematoma muscular cervical profundo lateral esquerdo, envolvendo a carótida a esquerda, veia jugular e nervo vago.
-(Tríade Asfixica)
-Sangue com coloração vermelho escuro e fluidez persistente.
-Congestão polivisceral.
-Mancha de Tardieu, equimoses/petéquias no epicárdio e na pleura de ambos pulmões(manchas no coração e nos pulmões características do sofrimento da asfixia).
OBS: Além dos detalhes comentados, Isabella tem outros sinais da esganadura, que serão apresentados e explicados no lugar e na hora certa.
3.3.10
PROVAS - Sangue na Fralda.
Do carro até a porta do apartamento não havia rastro de sangue. Para os peritos, isso significa que o sangue da menina foi estancado . Foi utilizado uma fralda de pano para estancar o sangue nesse trajeto.
Segundo a delegada Renata Pontes, a fralda utilizada para estancar o sangue do ferimento na testa de Isabella teria sido encontrada em um balde "de molho" pela polícia."Chamou muita atenção aquele apartamento bagunçado, cheio de roupas e calçados espalhados por todos os lados, e um balde com uma fralda cheia de amaciante", disse.

“Era a única peça de molho em um monte de roupa suja.” embaixo do tanque.

Mesmo em processo de lavagem foi possível identificar a presença de sangue na fralda, segundo laudo do Instituto de Criminalística, reagentes químicos identificaram a presença de sangue , como apontado nas conclusões contidas nos laudos periciais encartado aos autos (fls. 674, 693, 707 e 802).

2.3.10
Provas - Sangue no Carro
Esta versão, por si só fantasiosa, já seria facilmente rechaçada pela acusação.
Mas, o que dizer quando os peritos descobriram sangue de Isabella no Ford Ka usado pelo casal na noite do crime?

"O sangue (...) na lateral esquerda da cadeirinha de transporte do bebê, que se encontrava no interior do veículo, tem o perfil genético de Isabella", escreveu a delegada-assistente Renata Helena da Silva Pontes no documento, entregue ao juiz Maurício Fossen e ao Promotor Francisco Cembranelli.
A informação sobre o sangue, que tem base no laudo anexado na página 783 do inquérito, é considerada pela polícia como uma das principais provas contra o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá. Isso porque, na visão da polícia, a constatação do sangue desmonta a versão apresentada pelo casal, que em seu depoimento afirmou que o pai da menina a levou dormindo nos braços para o apartamento, sem ferimento algum.
O relatório final da Polícia Civil sobre o assassinato de Isabella Nardoni, afirma de modo taxativo que o sangue encontrado no Ford ka da família é mesmo da menina:
Sangue no encosto do banco do motorista:
Sangue na cadeirinha de transporte:
A perita Rosangela Monteiro disse que havia sangue humano na cadeirinha de bebê no carro de Alexandre Nardoni. "Eu sei que é sangue humano e é sangue de Isabella".
Rosângela Monteiro explicou que foi usada uma tabela norte-americana de probabilidades, cujo resultado levou à conclusão que o sangue no carro é de Isabella.
Vejamos agora a foto feita quando as partes do carro sob suspeita foram submetidas ao produto químico que reage quando em contato com sangue:
Os pontos em azul revelam a existência de sangue humano no carro. Este sangue, conforme disse a perita, foi submetido a um método americano onde foi revelado que pertencia à Isabella.
VISTORIA NO CARRO
Nos primeiros momentos após o crime, a policia não lacrou o carro do casal, facilitando, desta forma, a tentativa de limpeza dele.
"De acordo com o policial, entre 20 e 30 homens vistoriaram o prédio e também a redondeza na noite de 29 de março. Segundo ele, seis ou oito homens fizeram a vistoria do apartamento do casal Nardoni. Ele ainda informou que chegou a perguntar ao porteiro se havia visto pessoa estranha no prédio, mas teve a informação de que ninguém tinha entrado. Em depoimento, o policial também negou que tivesse feito uma vistoria nos carros do casal . "
Fonte: http://oglobo.globo.com/sp/mat/2008/06/18/policial_detalha_operacao_da_pm_no_predio_do_pai_de_isabella-546869080.asp .
Este dado é de extrema importância, pois revela que o casal teve acesso ao carro para lavar durante algum tempo.
1.3.10
PROVAS - Instrumentos para cortar a tela

Na faca, não foram encontrados vestígios da rede da janela. Mas, na tesoura, os peritos acharam um fragmento de fio da rede. Ele estava preso na parte central da tesoura, logo abaixo do mecanismo de articulação. E a conclusão: a tesoura esteve em contato com a rede de proteção da janela. Em outras palavras, foi um dos instrumentos usados pelo assassino.

Leiam o trecho do depoimento da Jatobá , aonde ela tenta justificar a tesoura estar em cima da pia, ela alega ter usado a tesoura no dia para picotar carne.

28.2.10
Provas - Sangue na sapatilha de Jatobá
Anna - " ... Disseram que tinha sangue na minha sapatilha e me forçaram a explicar. Como poderia ter sangue se eu tirei os tamancos quando cheguei ao apartamento, desci descalça para socorrer a Isabella e essa sapatilha só calcei depois, na casa dos meus pais, onde cheguei descalça? Não cai em pegadinha quem diz a verdade. "
Anna Jatobá jamais negou que a sapatilha seja dela. Porém, ela nega que a tivesse usado na noite do crime, sempre afirmando que há 6 anos não usava esta sapatilha.
Contudo, como podemos ver, o Bluestar indicou que o sangue estava lá.
Foram as presas que estavam aquele dia na delegacia para onde Jatobá foi encaminhada para prestar depoimento que delataram sua atitude suspeita. Elas disseram aos policiais que Anna esfregava a sapatilha insistentemente. Tal fato lhes causou estranheza, pois a tal sapatilha é preta e se apresentava em péssimo estado de conservação.
Em seguida, os policiais requisitaram o objeto e encaminharam para o Instituto de Criminalística, que constatou a existência de sangue na sapatilha.
Apesar de insistir que não estava com a sapatilha no momento do crime, localizamos esta foto de Anna Jatobá na madrugada do dia 30 de março de 2008, na qual ela estava calçada exatamente com a sapatilha que, mais tarde, se tornaria a primeira prova técnica contra ela. Reparem que até mesmo o modo peculiar de calçar a sapatilha que a foto revela corresponde à forma que a sapatilha apresentava quando foi encaminhada a perícia.
Pois é, Anna, quem fala a verdade não cai em contradições. Pena que este não é o seu caso.
26.2.10
Provas - Sangue no apartamento

Onde houve uma maior concentração de sangue os móveis foram mudados de lugar. No depoimento do casal em juízo, foi-lhes pedido que desenhassem como era a disposição destes móveis.


A análise pericial das gotas de sangue no apartamento revela que Isabella foi carregada por uma pessoa com a mesma altura de Alexandre. No colchão eram as pegadas dele que estavam ao lado deste rastro de sangue. O sangue encontrado no apartamento pingou de uma distância entre 1,20 metros e 1,30 metros e é compatível com a altura do pai carregando a menina no colo.
A quantidade de sangue no apartamento era considerável. Apesar de Alexandre afirmar em seu depoimento que só percebeu que havia algo errado quando entrou no quarto onde havia deixado Isabella, não a viu e percebeu o corte na tela de proteção, o depoimento de Anna Jatobá o desmente:
Na porta de um dos quartos também foram encontrados vestígios de sangue que parece ter sido originados de uma mão de criança.

Na fachado do prédio, logo abaixo da janela de onde Isabella foi jogada, e no colchão também foi identificado pelo teste de DNA sangue dela:

















